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Por que doar

  • Porque com uma única doação você pode salvar até quatro vidas.
  • Porque o procedimento não dói; é simples, sigiloso e seguro.
  • Porque todo material utilizado na coleta do sangue é individual, descartável e estéril, o que elimina qualquer possibilidade de risco de contaminação.
  • Porque o procedimento é rápido. Entre triagem e doação, são, em média, 40 minutos para você salvar vidas.
  • Porque se você for uma pessoa saudável, a doação não trará riscos nem prejuízos à sua saúde.
  • Porque o próprio organismo repõe o volume de sangue em 24 horas. Recomenda-se um intervalo de três meses entre uma doação e outra.
  • Porque não engorda, não emagrece, não vicia, nem enfraquece.
  • Porque é um ato voluntário. Quem doa uma vez não é obrigado a doar sempre.
  • Porque você fará parte dos quase 2% da população que fazem a diferença e salvam vidas diariamente.
  • Porque é um ato generoso e altruísta. O sentimento para a maioria dos doadores, após a coleta de sangue, é de bem-estar, de dever cumprido.

 

Como doar

Quem deseja doar sangue não precisa esperar que algum conhecido ou parente necessite. O doador pode, voluntariamente, ir a um hemocentro, levando documento de identificação com foto, onde responderá um questionário, fará um teste de anemia e passará pela triagem de um profissional da saúde.

Na triagem, são avaliadas as respostas do questionário e os possí­veis riscos do doador transmitir doenças pelo sangue. Por isso, é fundamental que a sinceridade e a verdade prevaleçam nessa etapa. A segurança do doador e do receptor depende disso.

Depois desses cuidados, começa a doação propriamente dita. São coletados 450 ml de sangue, mais quatro tubos para exame, em material descartável e estéril. A coleta leva em torno de 10 minutos.

É importante que o doador faça um lanche e aguarde 15 minutos antes de sair. É recomendado, também, ingerir bastante lí­quido após a doação.

Quem pode doar

  • Pessoas em boas condições de saúde.
  • Quem não apresenta febre ou sintoma de gripe até uma semana antes da doação.
  • Ter entre 18 e 65 anos.
  • Pesar, no mínimo, 50 kg (desconsiderando o peso das roupas e calçados).
  • Estar descansado e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação).
  • Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial (carteira de identidade, de habilitação, de trabalho ou passaporte).
  • Homens, após 60 dias da última doação, e mulheres, após 90 dias.

Impedimentos temporários

  • Ter anemia.
  • Fazer uso de alguns tipos de medicamentos (avisar o profissional de triagem).
  • Gravidez.
  • Puerpério (90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana) ou se estiver amamentando.
  • Aborto nos últimos 12 meses.
  • Ingestão de bebida alcoólica ou comida gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação.
  • Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • Cirurgia em períodos de dois a seis meses.
  • Transfusão de sangue nos últimos 12 meses.
  • Doenças sexualmente transmissíveis, somente após 12 meses de cura.
  • Ter algum dos fatores de risco para AIDS e hepatite: relação sexual sem camisinha, com parceiro não habitual; pessoas que estiveram presas há menos de um ano; uso de drogas inaláveis.
  • Pessoas que estiveram em locais onde há foco de malária. Quem esteve deve aguardar seis meses; quem morou, aguardar três anos.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 10 anos de idade.
  • Evidência clínica ou laboratorial de hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II, e doença de Chagas.
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • Malária.
  • Recebeu enxerto de dura-máter.
  • Foi submetido a transplante de órgãos ou de medula óssea.
  • Teve algum tipo de câncer, incluindo leucemia.
  • Tem graves problemas no pulmão, coração, rins ou fígado.
  • Tem problema de coagulação de sangue.
  • É diabético com complicações vasculares.
  • Teve tuberculose extrapulmonar; elefantíase; hanseníase; calazar (leishmaniose visceral); brucelose;
  • Tem alguma doença que gere inimputabilidade jurídica.
  • Foi submetido à gastrectomia total, pneumectomia; esplenectomia não decorrente de trauma.

 

Quem você salva

Diariamente acontecem acidentes de vários tipos e gravidades, levando as vítimas a sofrerem cirurgias invasivas. O que essas pessoas têm em comum? Elas podem precisar por uma transfusão de sangue a qualquer momento.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos, em terapia para o câncer, que sofrem queimaduras e quem é hemofílico, por exemplo, também podem precisar de transfusões. O sangue não tem substituto.

É nesse momento que a solidariedade e o amor ao próximo entram em cena. A sua doação pode salvar a vida dessas pessoas, inclusive a sua. Doar sangue é doar vida.

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